CHANEL NEWS

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JANTAR PRÉ-OSCAR 2013

Chanel e Charles Finch realizaram o quinto jantar anual pré-Oscar em Los Angeles, dia 25 de fevereiro.

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JAQUETA CHANEL

Como um símbolo de estilo e elegância da Chanel, a jaqueta tem o seu lugar como um dos ícones da casa. Eternamente desejável e reinventada a cada temporada, sua modernidade e aparente simplicidade faz com que seja um item indispensável no guarda-roupas de qualquer mulher.

Idealizada por Mademoiselle Chanel em 1950 e inspirada por jaquetas austríacas para homens, essa jaqueta feita sob medida, quando combinada com uma saia abaixo da linha do joelho, tornou-se um look clássico da Chanel. Em contraste direto com os estilos apertados e restritivos da década de 1950, esse modelo oferece a total liberdade de movimentos.
Esta jaqueta em tweed - um dos tecidos preferidos de Mademoiselle Chanel - é reta e estruturada, abotoada edge-to-edge e concebida para vestir como uma segunda pele, sem ombreiras e endurecimento, que só trariam rigidez.

Para conseguir a flexibilidade, mantendo a forma, o tecido é colocado diretamente na fibra, sem quaisquer dardos na linha do busto. O mesmo vale para a parte de trás, com apenas uma costura simples no meio. Um painel vertical nas laterais junta a frente do casaco com a parte de trás. As mangas são cortadas na fibra reta e são unidas na parte superior do ombro. Elas são ligeiramente inclinadas no cotovelo, de modo a acompanhar a linha do braço e deslocar-se com ele, proporcionando um conforto perfeito.
Mademoiselle Chanel se preocupava muito com essa liberdade de movimento e, por isso, tirava as medidas de suas clientes com os braços cruzados sobre os ombros.
Tranças contornam a forma da jaqueta, a borda dos bolsos e mangas, reforçando a sua qualidade gráfica.

Os bolsos são posicionados, de forma que a mulher possa deslizar as mãos para dentro deles, algo visto como um gesto relativamente masculino na época de Mademoiselle Chanel.
Botões em formatos de joias, estampados com cabeças de leão (o signo de Mademoiselle Chanel), desenhos de trigo e emblemas duplos em 'C' abotoam a jaqueta. Para este modelo, Mademoiselle Chanel acrescentaria bijuterias de estilo barroco, uma bolsa 2.55, sapatos bicolor, e talvez uma camélia entre os acessórios que marcaram o seu estilo.

Hoje, essa jaqueta se tornou um dos ícones da Chanel e, a cada temporada, ela recebe um novo sopro de vida nas mãos de Karl Lagerfeld, mas mesmo se suas proporções e materiais mudam, os princípios de sua construção permanecem idênticos.

www.culture-chanel.com

Guangzhou Opera House
No 1, Zhujiang Xi Lu, Zhujiang New Town, Tianhe District,
510623 Guangzhou, China
Horário de funcionamento: das 10h às 19h, de segunda-feira a domingo
Entrada gratuita
De 16 de janeiro a 03 de março de 2013

© Foto Marie Liszkay

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CULTURE CHANEL
NA GUANGZHOU OPERA HOUSE

Organizada em parceria com o Museu de Arte de Guangdong, esta nova Exposição foi mais uma vez confiada a Jean-Louis Froment, curador das duas mostras anteriores Culture Chanel. Esse evento será realizado no Guangzhou Opera House, projetado pela arquiteta Zaha Hadid, de 16 janeiro a 03 março de 2013.

Com base nas ligações de longa data entre Chanel e as artes, essa Exposição centra-se no palco de Pablo Picasso, projetado e criado por ele para o balé ''Le Train Bleu" de 1924. Esta grande obra, conservada no Museu Victoria & Albert, em Londres, foi excepcionalmente emprestada pelo museu para esta ocasião." Le Train Bleu", um balé produzido por Serge Diaghilev, deve o seu nome ao trem que ligava Paris com a Côte d'Azur. Ele selecionou Darius Milhaud como compositor, Jean Cocteau como dramaturgo, Henri Laurens como cenógrafo, Pablo Picasso para o cenário e pano de fundo, e Mademoiselle Chanel como figurinista.

O mundo criativo e intimista de Gabrielle Chanel é traçado como filigrana quando visto através dos vários artistas que contribuíram para a criação de " Le Train Bleu". Ela manteve um diálogo permanente com eles e sua amizade deu impulso à sua produção criativa extraordinária. Esta liberdade de pensamento, combinada ao desejo de libertar o corpo através do movimento expresso na virada do século 20 (seja no esporte ou na dança), são dois aspectos fundamentais do estilo Chanel.
A partir de uma leitura perceptiva e uma desconstrução dos diferentes elementos do cenário, a exposição se desenvolve em torno de cinco temas derivados dos pontos de vista: Respirar, mover, amar, sonhar e inventar.

Estes temas, que sustentam o universo e os valores criativos da Chanel, são evocados por meio de 400 obras, entre fotografias, desenhos, pinturas, manuscritos, livros, filmes e criações de moda (de Mademoiselle Chanel a Karl Lagerfeld), bem como de relojoaria, joias e perfumes finos.
Entre as peças expostas, os visitantes vão descobrir pela primeira vez cerca de trinta desenhos inéditos feitos por Pablo Picasso de uma coleção privada, juntamente com desenhos de Amedeo Modigliani, que são retratos dos principais protagonistas envolvidos na criação de Le Train Bleu.
Concebidos para serem uma "exposição em 5 atos com 1 pintura", esses cinco temas levam os visitantes para obra-prima da mostra - a criação de Picasso.

www.culture-chanel.com

Foto Jean Moral © Brigitte Moral

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