Os segredos da icónica mala da CHANEL

A origem da 11.12,
é a 2.55

A lenda da mala CHANEL começou em Fevereiro de 1995, quando Gabrielle Chanel lançou a 2.55. Uma data memorável, o nascimento de um ícone. O espírito prático da costureira, a sua liberdade e o seu olhar infalível mudariam a vida dos seus clientes e das gerações futuras.

O MATELASSÉ

Diamond-shaped quilting is one of CHANEL’s recognisable signatures. The overstitched quilting was introduced by the ever-practical Gabrielle Chanel who wanted something authentic that possessed natural ‘éclat’ and stood the test of time. Ever innovative, she was inspired by the equestrian world, particularly the quilted jackets of the stable lads and the horse’s quilted saddle blankets.

PELE

Brilhantes e sensuais, as malas icónicas CHANEL revelam-se irresistivelmente suave ao toque graças a escolha de matérias de exceção, como pele de cordeiro e pele de vitelo. Dotada de um talento e engenhosidade incomuns, Mademoiselle Chanel revolucionou o mundo dos artigos em pele ao escolher a pele de cordeiro, tradicionalmente reservada para as luvas e considerada delicada demais para a confeção de malas. Ousada e especialista na área, conseguiu provar o contrário.

ALÇA EM CORRENTE

Fiel à sua intuição, Gabrielle Chanel conseguiu criar ideias originais, inspirando-se no seu dia a dia e no seu universo pessoal. A icónica alça de ombro com corrente CHANEL originada no desejo da Mademoiselle em exibir um estilo descontraído, permitiu-lhe adotar a sua pose favorita: a pose das “mãos nos bolsos”. Gabrielle Chanel aspirando conforto e liberdade de movimento, a alça de ombro possibilita a capacidade de deslizar as mãos para os bolsos, contribuindo assim para a sua silhueta icónica.

como usar

Com uma corrente simples ou dupla. Longa ou curta. Debaixo do braço, segura na mão, usada no pulso ou no corpo ... Usar uma mala CHANEL sempre foi uma questão de descontração. Libertar as mãos, não atrapalhar o passo, estabelecer um ritmo sem desordenar, estabelecendo e acompanhando esse ritmo. Indiferente, ainda elegante.

Bolsos

Gabrielle Chanel adorava bolsos. Precisava exatamente de sete. A começar pelo primeiro, na parte detrás da mala, arredondado como “o sorriso da Mona Lisa”, como é apelidado nos ateliers, em referência à subtileza desta forma e à complexidade da sua concretização. Em seguida, estão os outros seis bolsos, dentro da mala, compreendendo estojos internos reforçados para cartões comerciais e de crédito, para um pó compato e atualmente para um telemóvel; bem como um bolso com fecho apelidado o segredo e dois bolsos maiores para guardar documentos. Sem falar do bolso especialmente desenhado para guardar o seu batom.

Os "Points de bride"

Para alcançar a lendária técnica “a mala numa mala”, a primeira mala é montada para formar o interior, enquanto uma segunda constitui o exterior. Depois de montadas, o artesão vira as malas do avesso. Ao utilizar os “points de bride”, as duas partes são costuradas de modo a que quando viradas formar um único objeto. Os "points de bride" são essenciais para proteger a estrutura da mala e garantir um suporte gracioso em todos os sentidos.

O FECHO EM DUPLO C

Os duplos C - o monograma e assinatura imitável da CHANEL - forma o fecho da 11.12. Aparafusado no interior da aba da mala, este fecho de metal foi adotado por Karl Lagerfeld na década de 1980. Este fecho define a diferença entre a mala 11.12 e a 2.55 que tem um fecho retangular “Mademoiselle” com fechadura giratória.

ABAS DUPLAS

A aba dupla é decorada com o fecho em duplo C, um fecho de assinatura da marca. Em muitos aspetos, a aba dupla personifica a mala 11.12 ao combinar harmoniosamente o matelassé, as decorações e um know-how excecional. A primeira aba abre e fecha a mala CHANEL, sugerindo os seus numerosos segredos, enquanto a segunda esconde e protege a privacidade do conteúdo.

O ‘PIQUÉ-RETOURNÉ’

Equivalent to a Ready-to-Wear creation, the bag is turned inside out and mounted on a flat surface. Due to the “bag in bag” technique, the form and depth entwine. The first bag constitutes the interior while the second bag composes the exterior. Once assembled and stitched together, the artisan can turn the bags around. The procedure is referred to as ‘piqué-retourné’